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Essa coleção desenvolve-se no campo do patrimônio imaterial sonoro e abrange os estudos urbanos e das representações artísticas da paisagem sonora invisível das cidades, visando à construção de uma memória sonora. Tem como objetos os fragmentos sonoros de representações do passado, com ênfase nos sons dos relatos literários, os quais são contextualizados historicamente e organizados num banco de dados. Assim, são apresentadas pequenas amostras dos sons extraídos das narrativas de João Weiss no livro “Colonos na Selva, classificando-os de acordo com o tipo de paisagem sonora: Sons Naturais; Sons Humanos; Sons e Sociedade; Sons Mecânicos; Sons Indicadores; Quietude e Silêncio. A junção de todos os sons levantados nas crônicas lidas, constitui a memória sonora da cidade de Erechim, também organizada num mapa sonoro literário.
"Já se viam umas casas na práia e nos morros, entremeiadas de palmeiras e bananeiras sopradas pelo vento quente." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.20]
"Tudo isso sob um céu azul nunca visto dantes, tão lindo, grilos a cantar, borletas enormes, brancas, azuis e vermelhas, em gracioso vôo de flor em flor, pássaros coloridos de alegres vozes sôbre as árvores em cujas sombras era tão bom se entregar ao "dolce far niente". Era tudo tão estranho mas nos agradava sobremodo." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.26]
"Não tendo mais dúvidas sôbre nosso destino, independente dos chefes de família ainda não terem regressado, puzemo-nos a preparar os volumes da bagagem pois esta tinha de ser completamente reformada em volumes próprios para serem carregados em lombos de mula, único meio de transporte na região." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.26]
"A marcha pelos caminhos de mulas e picadas de caçadores, morro acima, morro abaixo, atravessando rios e riachos, era bem extenuante. " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.27]
"Todos tinham seu animal de monta, só nós rapazes tinhamos uma mula em conjunto, que montavamos, andando cada um certo tempo a pé. " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.28]
"Depois de uma ligeira refeição e um breve descanço tudo era de novo reposto no seu lugar e as mulas coagidas à marcha. " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.30]
"O concerto monótono dos grilos e sapos não nos incomodavam mais, já festejavam nossa presença em Erechim, circundada por matas, capoeiras e brejos. " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.31]
"Atrás da casa uns porcos grunhindo revolviam a terra com furor, à procura de raízes." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.31]
"Feito isso fizemos uma enorme fogueira para a qual as taquaras sêcas e os galhos e troncos caidos eram bom alimento." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.34-35]
"Só se ouviam os gritos de aves noturnas e de animais, que se distinguiam nitidamente dentro do silêncio profundo da noite tropical. Quando raiava o dia nova vida começava na floresta. Já outros cantos ecoavam pela mata, mais melodiosos do que os da noite." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.37]
"Ocupámo-nos mais uns dias com a arrumação do rancho cobrindo os lados com paus e taquaras, deixando aberto um lado onde conservámos uma fogueira para o espanto dos bichos do mato que, porventura, quizessem nos visitar à noite." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.38]
"Nuvens escuras passavam céleres e mais negra se tornou a floresta. O vento soprava ameaçador, pondo em polvorosa toda a natureza." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.40]
"Ali e acolá caiam árvores e galhos sêcos com forte ruído ao chão; outro perigo que desconheciamos e nem reparavamos se haviam árvores perigos em tôrno da choupana." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.40]
"As quatro colunas-mestras do nosso rancho, representadas por quatro árvores, balançavam asustadoramente. Era a tempestade em marcha." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.40]
"Era impossível conservar a lamparina de querozene acesa devido ao vento que soprava forte através do rancho." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.40]
"Ráios prolongados iluminavam a mata agitada seguidos de trovões fortes que faziam tremer o ar e a terra." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.40]
"A água não subiu mais porém começou a correr barulhentamente atráves do rancho. Para onde corria? Não importava, desde que não subisse mais. " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.41]
"De repente se ouviram uns estalos sêcos, a coroa do pinheiro estremeceu e o tronco se inclinou em direção morro abaixo, atirando-se sôbre as árvores à sua frente, quebrando com estrondosa violência os galhos grossos destas para se jogar envolvido numa nuvem de folhas por terra num baque tão forte que parecia abrir o chão." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.45]
"Uma chuva fina caia incessantemente e nosso casacos grossos, que púnhamos como proteção, ficaram empapados até à noite quando no acampamento do amigo Franz fizemo-los secar sôbre o fogo" [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.45]
"Cortavamos os galhos grossos e finos as árvores derrubadas e empilhando-os aos montes de vegetação eram queimados em sucessivas fogueiras que alimentávamos dia e noite com a madeira sêca das árvores caídas de velhas." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.49]
"O Pedrinho trabalhava de tropeiro com seis mulas, carregando para o vendeiro-comissário produtos da roça para Erechim e trazendo de volta gêneros e cachaça." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.52]
"Nem os mosquitos que antes chupavam sòfregamente, dia e noite, o doce sangue através de nossa pele alva e macia, não mais nos incomodavam, pois a pele tornára-se feito couro curtido e o nosso sangue de certo já era demasiadamente amargo." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.60-61]
"Enquanto a derrubada nova secava preparavam-se as roças anteriores para o novo plantio. Cortavam-se os galhos ressequidos dos troncos velhos, juntava-se parte para lenha da cozinha e das fogueiras no rancho e o resto de queimava em fogueiras. " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.62]
"Quando nossa roça já estava bem larga e espaçosa, atravessavam-na. às vezes, no verão, enxames de abelhas novas em alto vôo. Quase se não as via, só um bom ouvido escutaria o seu zum-zum-zum no ar. Muitos desses enxames deixavamos passar porque ignorávamos como atraí-las e pegá-las." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.63]
"Agarrou ràpidamente duas tampas de panela bateu-as uma contra a outra como um possesso, correndo pela roça afora na direção do vôo do enxame de abelhas." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.63]
"Com o tempo pegámos assim outros enxames. Quando aparecia um pelo ar todos corriam em busca de qualquer objecto, panelas, tampas, vidros, batendo para fazer bastante ruído, e na maioira das vezes o enxame acomodava-se em algum ponto alto que encontrava no momento." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.64]
"Mas o zum-zum das colmeias demonstrava que mesmo em tempo de chuva trabalhavam lá dentro as abelhas, exatamente como nós." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.64]
"Chegou o dia da queima da roça. O sol ardia num ceu sem nuvens. Munímo-nos de taquaras sêcas que queimavam como archotes. Acendemos a derrubada em diversos pontos conjuntamente com vento favorável. As folhas estalavam de sêcas e a fogueira prometia ser boa." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.65]
"As chamas já se entrelaçavam em toda a extensão lateral da roça, avançando e aniquilando em gigantes lambadas tudo que encontravam pela frente. As taquaras estalavam como tiros de metralhadoras, o combate estava no auge." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.65]
"Os grilos a cantar, os pássaros a trilar, as borboletas multicores, os arvoredos e as árvores da mata virgem em flor, perfumando o ar trêmulo de calor, tudo isso que é descrito em termos extasiantes em histórias bonitas sôbre a selva tropical, nos eram coisas tão aborrecidas que as detestávamos e maldizíamos.Noosa vida era mesmo de bichos do mato." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.66]
"Após o suculento jantar voltávamos à varanda da casa a observar o movimento da rua. Iam e vinham cavaleiros em gordos cavalos, decentemente trajados, de botas e esporas, lenço ao pescoço e chapeu de feltro; outros a pé entrando e saindo das vendas próximas, uns com sacos às costas, parecidos comnosco, outras de boas fatiotas de casemira, sapatos lustrados, colarinhos e gravata, certamente emigrantes novos, novas vítimas de seu entusiasmo." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.69]
"Como de costume trabalhavamos de sol a sol e em épocas de luar mais algumas horas noite a dentro para compensar as horas de chuva. A chuva tornava aquele barro vermelho tão pegajoso aos pés, picaretas e pás, que não era possível trabalhar e produzir. " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.73]
"De duas em duas semanas vinha meu irmão do sítio, montado na mula velha, trazendo notícias lá de casa e algum feijão, aipim, batata doce e ovos, produtos próprios, para levar carne sêca, toucinho, açúcar, querozene, sal e farinha que tinham se ser comprados na venda. " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.76]
"Diàriamente passavam pela estrada, rumo à Erechim, tropas com mulas carregadas de grandes cestos, socados de erva-mate, de que se fazia o chá de mate o e mate-chimarrão." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.77]
"Além das três mulas para o transporte do mate só tinha alguns porcos magros num chiqueiro e umas galinhas dispersas pela redondeza." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.77]
"Aí secava a erva sôbre o calor da fogueira em brazas." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.78]
"Ainda não conheciámos outro inimigo do colono: os gafanhotos. Um belo dia de sol, de rachar a pele, vieram eles feito nuvens por cima dos morros, pousando nas plantaçoes que já eram muitas nas duas margens ao longo do rio. Havia gafanhotos em toda parte, dentro do rancho, dentro do rancho e na estrebaria, donte os enxotámos à vassouras de galhos verdes." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.82]
"Mas apareceram ainda outros inimigos das plantações. Quanto maior ficava a roça, tanto maiores eram os bandos de papagaios e periquitos que tentavam banquetear-se em nossa plantação." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.84]
"Também bandos de macacos, chamados bugíos, ensaiavam investidas contra a nossa roça, participando das colheitas obtidas com nosso suor. Seu côro infernal era sinal de chuva." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.84]
"A passarada, alegre e cantadeira, iriamos conhecer pelos seus cantos e também pelos gritos os outros bichos da floresta." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.85]
"Separava-se a palha e limpavam-se os grãos por meio de peneiras ao vento que soprava os residuos leves para o lado. Esta é a maneira mais primitiva de se colhêr o feijão e o colono com uma produção limitada não carecerá de sistema diferente." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.102]
"Ouviam-se latidos dos cachorros que se espalhavam pela mata à procura da caça para atacá-la, afim de que esta, pelo instinto de defesa, corresse às margens do rio, atravessando-o." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.109]
"De repende ouvi forte latido dos cachorros que se aproximavam da margem do rio: vinham acossando um veado ou uma anta, com certeza." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.110]
"Como disse respeitávamos já os domingos. Mas nosso descanso dominical era um descanso bem relativo pois cedo as dezenas de bocas de animais grunhiam, mugiam e cacarejavam pelas suas rações alimentares." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.124]
"Nosso navio "Martha Wahington" singrava o mar tranquilo em marcha acelerada e gritos entusiásticos dos passageiros "terra, terra" … " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.13]
"Ouvimos então muitas histórias da vida do colono, de viva voz. Gente que tinha estado no meio do mato e que conseguira quase por milagre, como diziam, voltar à cidade." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.21]
"Algumas vezes encontrávamos outros tropeiros que vinham em direção oposta, o que constituia então um problema de trânsito, batendo as mulas com suas cargas uma nas outras chegando a arrancá-las das cangalhas, provocando paralisações e gritarias dos tropeiros." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.30]
"Os tropeiros eram de descendência italiana e falavam um português misto. Nossa mãe aprendeu um pouco de italiano quando morava em Trieste e assim conseguiu entabolar conversação com eles." [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.31]
"À certa altura da noite o pai nos acordou agitado. Havia barulho nas taquaras sêcas próximo ao nosso acampamento na direção do rio. Alguém andava pela mata. (…) O ruído continuava e parecia que ia chegando cada vez mais perto. " [WEISS, J. Colonos na selva: conto de um emigrante como colono no Sul do Brasil. J. Weiss, Rio de Janeiro, 1949. p.37]
https://youtu.be/miv_dEWqGIE
O silêncio é cada vez mais raro. Estamos submersos em sons e ruídos na era digital. Nesse contexto, a leitura se destaca como um ato de silêncio. Vamos ler o silêncio? Como escrever o silêncio? Explore os sons dentro dos livros e compartilhe suas leituras do silêncio no diário sonoro virtual disponível em: https://padlet.com/SinfoniaNaCidade/era-uma-vez-o-sil-ncio-e5evp70f62k89rsc
O Sinfonia na Cidade participa do XXVII Dia Internacional de Conscientização sobre o Ruído, promovendo arranjos culturais para enfatizar os cuidados relativos ao impacto do ruído na vida cotidiana. Em 2022, o tema "Na infância, diversão e proteção, ruído não!" desperta nossa atenção para a qualidade da paisagem sonora cotidiana vivenciada pelas nossas crianças, utilizando o quintal como metáfora de uma zona livre de telas, ou seja, espaços que propiciam desenvolvimento, aprendizagem, interação social e saúde. O quintal é um espaço símbolo do brincar na infância, onde memórias afetivas são construídas, lembradas e rememoradas por diferentes gerações. Qual o tesouro sonoro do seu quintal?
Sinfonia na caixa um artefato cultural desenvolvido pelo Sinfonia na Cidade, coletivo científico artístico dedicado à promoção de ideias inventivas em paisagem sonora. Nesta edição, utilizando o conceito de escuta criativa, pretende-se a documentação e registro em diários sonoros das paisagens sonoras cotidianas por meio de ressonâncias perceptivas, afetivas e criativas com os objetos relacionais da caixa. Vamos escutar para criar?
O Escola Aqui é um espaço itinerante de aprendizagem colaborativa criado em 2019 por Carolina Paz. Acolhe workshops textuais dedicados ao estudo colaborativo e à discussão de temas propostos pelo seu facilitador e considerados culturalmente relevantes para os seus convidados, proporcionando assim o intercâmbio entre identidades culturais e individuais. Assim, o coletivo Sinfonia na Cidade propõe como sessão de ativação: Qual o som da sua [In]Quietude?
Sonoridades inaudíveis, capturadas pela fotografia! Venham "escutar" nossas [In]quietudes, arranjo cultural promovido em comemoração ao Dia Internacional da Escuta disponível em https://padlet.com/SinfoniaNaCidade/3ka8qull22m40ss.
Você já escutou o silêncio hoje? O coletivo Sinfonia na Cidade convida para seu manifesto “Silêncios em Quarentena”. Aprecie os silêncios do isolamento social!
Vamos escutar uma história? Será possível reconhecer uma história somente a partir dos sons? Vamos tentar?
Em tempos de isolamento social, o Sinfonia na Cidade apresenta um passeio sonoro imaginário pelo cotidiano de um rei que não pode sair do seu castelo. Esse passeio sonoro é guiado por meninas colecionadoras de sons, envolvendo leitura, escuta e muito desenho de sons a partir da adaptação do conto “Um rei a Escuta”, de autoria do Ítalo Calvino.
Faço barulho, faço memórias! Barulhar é a música nas culturas da infância. Registre suas memórias sonoras da infância no mural colaborativo disponível no link: https://padlet.com/SinfoniaNaCidade/n3zt98iwy9l507kd.
Quais eram os sons de Erechim no passado? Na ausência de tecnologias para armazenar os sons da cidade, encontramos nas descrições literárias de testemunha auditiva Chico Tasso alguns vestígios dos antigos sons, organizados numa coleção de memórias sonoras.
Oficina "Sons da Literatura: Paisagens sonoras históricas de Erechim" realizada na programação da 21aFeira do Livro de Erechim (RS) promovida pela Prefeitura Municipal de Erechim (RS). Participação de 150 alunos da Escola Municipal Haidee Tedesco Reali. #SinfoniaNaFeiraLivroErechim
Oficina realizada na programação da 21a Feira do Livro, promovida pela Prefeitura Municipal de Erechim (RS). Participação de 80 alunos da rede municipal de ensino.
Oficina integrante da programação do II Festival Cultura de Fronteira, promovido pela Coordenação Adjunta de Cultura da UFFS - Campus Erechim.
Oficina da programação cultural do 21o Congresso Brasileiro de Arquitetos, promovido pelo Conselho de Arquitetura. Participação de 10 profissionais, de diferentes estados brasileiros (AM, RS, MG, SP).
Oficina ofertada pela UFFS na programação do III Seminário de Extensão Universitária da Região Sul (SEURS). Contou com a participação de treze docentes de diferentes áreas de atuação (pedagogia, educação física e letras)
Oficina ministrada na III Semana Acadêmica do curso de Engenharia Acústica da UFSM, promovida pelo Diretoria Acadêmico EAC. Participaram da oficina 15 alunos do curso de Engenharia Acústica da UFSM.
Manifesto do Silêncio 2019, em comemoração ao Dia Internacional de conscientização sobre o ruído (INAD-Erechim/RS), promovido pelo projeto de extensão da UFFS - Sinfonia na Cidade: Campanha de educação sonora 2019/2020. #SinfoniaNoINAD
Manifesto do Silêncio realizado em Erechim (RS), em comemoração ao Dia internacional de conscientização sobre o ruído (INAD), promovido pelo projeto de pós-doutorado "Territórios Sonoros: indicadores de qualidade sonora para inventário de patrimônio imaterial sonoro" (UFFS/ProArq-UFRJ).
Atividade promovida pelo projeto de cultura Sinfonia na Cidade para a Semana do Diversa da UFFS Campus Erechim.
O projeto Sinfonia na Cidade está presente na Sala de Artes Visuais na Frinape 2015. Pra você que passar pela Cidade da Cultura participe da intervenção e descubra qual é o som da cidade! #SinfoniaNaFrinape
Pandorga é uma apropriação dos espaços públicos de Erechim que tem como objetivo fomentar a economia criativa local. Ocupando a cidade com música, teatro, cinema, debates, oficinas, exposições e qualquer intervenção cultural ou artistica espontânea, o projeto visa a aproximação das pessoas entre si e com a cidade. Sua segunda edição acontece dia 31 de outubro à partir das 14h30min na avenida Dom João Hoffmann (ao lado do seminário). Contará com a participação de várias iniciativas locais como sebos, briques, artesanatos, atrações culturais e musicais. O Projeto é idealizado pelo Ruído Coletivo, coletivo de produção cultural de Erechim, em parceria com diversos coletivos e pessoas que se apropriam das ruas. #ProjetoPandorga #Aruaénois #MaisAmorEmErechim
O projeto Sinfonia na Cidade está presente na Feira de Agricultura Familiar 2015. Pra você que passar pela feira, participe da intervenção e descubra qual é o som da cidade! #SinfoniaNaFeira
O projeto Sinfonia na Cidade está lançando na UFFS sua instalação artística itinerante. Pra você que passar pelo Bloco dos Professores, participe da intervenção e descubra qual é o som da cidade! #SinfoniaNaUFFS
